Sobre
- Trajetória
Há mais de dez anos, Rodrigo Marques dedica sua trajetória profissional à escuta cuidadosa e à construção de sentido — acreditando que compreender a própria história é o primeiro passo para transformá-la.


Formação
Psicanalista com formação sólida e multidisciplinar, Rodrigo acumulou pós-graduações em instituições de referência: Psicanálise pela FAAP, Psicanálise e Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein, Psicologia Hospitalar pelo Hospital Sírio-Libanês e Filosofia, Artes e Literatura pela PUCRS.
Abordagem
Sua prática clínica se ancora na Psicanálise do século XXI, integrando teoria e clínica de forma viva e contemporânea.
Diferencial
A essa base clínica robusta, soma uma formação em Storytelling e Escrita Criativa — também pela FAAP — que revela um olhar singular: o de que a linguagem, a narrativa e a arte são territórios privilegiados para o trabalho do inconsciente.
- [Faqs]
Dúvidas Frequentes
O atendimento é online mesmo?
Sim. Atendimento 100% online — sessões realizadas por videochamada, com flexibilidade de horário.
Todas as sessões são realizadas em plataforma segura e de fácil acesso. Você pode estar em qualquer cidade ou país.
Você atende planos de saúde?
Atualmente não.
Como funciona a primeira sessão?
A primeira sessão é um momento de escuta inicial. Não há nenhum compromisso de continuidade — No entanto, ela é parte das entrevistas preliminares e, portanto, há investimento como nas demais sessões.
O pagamento das entrevistas preliminares já é o início do trabalho analítico. É o que implica o sujeito a sair da posição de "curioso" e assumir o compromisso com a própria história. Entende-se que este primeiro encontro já é parte ativa do tratamento e da intervenção clínica.
Quanto tempo dura cada sessão?
A duração pode chegar até o limite de 50 minutos ou terminar quando o trabalho analítico encontrar um ponto de elaboração, uma marca ou uma abertura para novas associações.
Respeita-se o tempo necessário para que uma questão possa aparecer, ser escutada e produzir novos sentidos.
O ponto central é: a boa experiência clínica não é medida pelo tempo que passou, mas pelo efeito do trabalho que se produz.
